Sempre fui do tipo de pessoa que valoriza tudo aquilo que tem, mas em especial, as minhas amizades. Daquelas que, para si mesma não briga por nada, não reclama, não se estressa… mas meche com amiga minha pra ver? Viro bicho! Mato e morro!

E eu tenho medo. Medo de ser assim. Medo de me machucar em vão. De uns tempos para cá tenho me tornado uma pessoa muito mais egoísta… talvez seja apenas pelo medo de me dedicar e me machucar. Talvez seja apenas por já ter cansado de quebrar a cara. Ou talvez eu esteja simplismente crescendo, e deixando de viver no conto de fadas cor de rosa e com cheiro de Victoria´s Secret em que eu vivia. Não sei. Fato é que tenho desacreditado um pouco nos melhores sentimentos que eu achava que a vida tinha pra oferecer: a amizade e o amor.

Não que eu não os veja mais. Só não vejo mais com olhos de criança que em tudo crê. Não questiono minhas amizades. Sei que tenho, algumas poucas, de contar nos dedos das mãos…mas minhas amigas são, assim como eu, de carne e osso. Às vezes somem, se afastam, não dão atenção, esquecem, não dividem os problemas e se afastam, assim como eu faço também. Às vezes me deixam com expectativas quebradas e um coração ap

ertado, me sentindo estranha, hiper-sensível e carente demais e acima de tudo, me sentindo numa solidão danada, assim como provavelmente, eu as faço se sentir também. Mas o fato é que, por mais defeitos e                                    imperfeições que elas [ou que EU!] possam ter… elas ocupam certinho um espaço com cadeira cativa em meu coração e me fazem entender certinho o sentido da palavra

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que em certos momentos fica apagada… AMIZADE!

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